Esse blog recebeu por email do Instituto Meio/Ideia sua pesquisa para analise e publicação, porém irei me ater a rejeição dos candidatos e suas consequências.
A pesquisa apontou que Lula segue como o candidato com maior rejeição, segundo a pesquisa: 44,2% dos respondentes afirmaram que não votariam no petista. Em seguida, aparecem Flávio Bolsonaro, com 37,5% de rejeição, e Ronaldo Caiado, com 20,4%. Entre os três presidenciáveis mais notáveis, Romeu Zema registra a menor taxa de rejeição, com 17,5%.
E importante observar, ainda, que os outros dois candidatos da direita têm rejeições bem baixas, coisa que causará um impacto gigantesco no segundo turno, já que apoiarão Flávio Bolsonaro.
O levantamento também indica que 51,4% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar de voto, enquanto 48,6% dizem já estar decididos sobre o candidato que pretendem escolher para a Presidência da República.
Mais da metade dos entrevistados (51,5%) avalia que Lula não merece um novo mandato. Na mesma linha, 51% desaprovam o governo atual. O governo Lula como ruim ou péssimo vem crescendo desde janeiro, quando 41,4% dos respondentes tinham essa percepção.
Verifica-se que a metade dos eleitores brasileiros não mudarão seus votos e 51% desaprovam o atual governo. Observem que em janeiro a reprovação do governo Lula era de apenas 41,4%. Se analisarmos a rejeição e a desaprovação, o governo terá que torcer muito para que os casos de corrupção: INSS e Master sejam esquecidos pelo eleitor; que a inflação diminua, que suas dividas sejam sanadas e que a criminalidade diminua e que a segurança chegue aos cidadão.
